Construtora Tenda S.A. (BVMF:TEND3)
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May 5, 2026, 5:07 PM GMT-3
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Earnings Call: Q3 2025

Nov 7, 2025

Coordenador de Relações com Investidores. Temos aqui comigo hoje o Rodrigo Osmo, nosso CEO, e o Luiz Maurício Garcia, nosso CFO. Será parecida com as anteriores. O Luiz vai falar sobre os destaques operacionais e financeiros e quem tiver alguma dúvida e quiser fazer alguma pergunta, é só levantar a mão e faremos a moderação conforme a ordem das perguntas do nosso Q&A. Passo a palavra para o Luiz. Luiz, por favor, pode seguir com a apresentação. Obrigado, Léo, e bom dia a todos, pessoal. Bom, dando sequência aqui, passando pra alguns destaques, do tri, eu acho que, nós tivemos alguns, de novo aqui, alguns recordes, reconhecidos aqui, principalmente um recorde de receita, um recorde de EBITDA também, e a companhia continua tendo uma trajetória muito satisfatória, e muito consistente, principalmente do crescimento do lucro. Então nós vamos aqui à frente falar um pouquinho de como vem sendo esse comportamento do lucro líquido ao longo dos últimos trimestres na análise dos últimos 12 meses. Com isso, o nosso retorno sobre patrimônio, ele já ultrapassa 38% e o nosso ROS, também como veremos à frente, já está no patamar de 39%, números bastante satisfatórios e bastante elevados, que nos colocam num patamar de rentabilidade muito adequado. Sobre a geração de caixa, isso também foi eu acho que um outro grande destaque do tri. Tivemos uma geração de caixa de BRL 77 milhões, já excluindo o impacto da recompra e também do aumento de capital Alea. Por fim, essa forte geração de caixa contribuiu pra que o nosso indicador de alavancagem, né, que também é base parâmetro pra alguns covenants de dívida, ficasse negativo, que é o indicador de dívida líquida corporativa sobre patrimônio em 15%, o que indica uma posição de caixa líquido quando olhamos na ótica do endividamento, tomando como base apenas a dívida líquida corporativa. Eu acho que outros dois importantes destaques aqui no lado financeiro foi a conclusão da nossa 13ª emissão de debêntures lastreadas num CRI. Essa foi uma emissão de BRL 300 milhões e ela consequentemente já endereça toda a nossa necessidade de captação até o final de 2026. Isso significa que a companhia só precisa retornar ao mercado de capitais pra uma nova captação de dívida ou outro instrumento apenas em 2027 ou no momento que o mercado se mostra mais oportuno. Isso nos traz um conforto pra só retornar ao mercado quando este se mostrar ainda mais atrativo do que está agora, né? É importante colocar também que essa emissão foi o patamar mais baixo de captação desde 2021 e nós esperamos que essa tendência de queda, assim como a melhora do nosso rating de crédito, siga evoluindo pra frente. Acho que esse tempo que nós temos aqui pra acessar o mercado também vai de encontro a isso. Também liquidamos em setembro a segunda integralização de uma última sessão de venda de carteira de recebíveis no valor de BRL 69 milhões. Acho que do ponto de vista de estrutura de capital e prazo de vencimento de dívidas, nós estamos com um patamar bem confortável. Acho que aqui é importante colocar, né, o lançamento, o volume de lançamentos do terceiro tri ficou um pouco abaixo do nosso objetivo. Acho que no nosso segmento é natural que a Tenda é uma empresa que ela, via de regra, lança tudo que tem apto a lançar, né? As únicas exceções, normalmente, de projetos que já têm a obtenção do registro de incorporação e não foram lançados, são projetos faseados, que eles dependem de fases anteriores serem vendidas pra que a gente lance uma fase nova. Fora isso, a companhia tem como premissa sempre lançar tudo que é possível e naturalmente, por prazo de aprovação ou qualquer outro evento exógeno, isso acaba escorregando um pouco. De qualquer forma, nossa expectativa pro quarto tri desse ano é um lançamento acima de BRL 2 bilhões, até colocando em consideração aqui o projeto Canoas, que também deve ser lançado na Alea no quarto tri, já que ele está em fases finais de obtenção das licenças. Esse gráfico também de tanto lançamento quanto vendas, nossa expectativa é que ele continue crescendo agora e a gente chegue num patamar de BRL 6 bilhões em lançamentos no ano fechado de 2025. Acho que outro importante fator aqui pra mencionar é, além do de todo o programa Minha Casa, Minha Vida, os programas estaduais de cheques, alguns programas municipais também de apoio ao programa. Acho que um outro evento importante que deve nos ajudar é também no ano que vem a isenção do IR, né, como recentemente aprovada no Senado e agora vai pra sanção. Então acho que isso vai de encontro ao fato da companhia, o fato que a companhia vem crescendo na faixa três do programa Minha Casa, Minha Vida, como nós vemos nesse gráfico, e essa tendência deve continuar ao longo de 2026. Então esse é mais um evento importante. Então, pra 2026, lembrando, né, nós temos a expectativa do ajuste na curva de subsídio. Isso traz um benefício também principalmente pra faixa um, e a isenção do IR traz um benefício principalmente na faixa três. Ou seja, o posicionamento da Tenda, né, de continuar sendo muito forte e muito relevante na faixa um e estar crescendo na faixa três, acho que a gente tem dois eventos que tendem a continuar ajudando esses dois extremos do programa, né? E a faixa dois ela já tem uma dinâmica importante que também se beneficia, de certa forma, com a isenção do IR. Ou seja, esse balanceamento entre as faixas, acho que é algo que nos ajuda aqui pro ano que vem também. Sobre pró-soluto e margem, né? Então, no último tri nós aumentamos um pouco a concessão de pró-soluto, como já vínhamos sinalizando. A queda do volume de cheques, ela está por trás disso aqui, né? Até o terceiro tri, o nosso volume de cheques havia sido recorde e no terceiro tri reduziu. Naturalmente a gente compensou parte disso com o aumento do pró-soluto pós Chaves, mas ainda assim dentro daquele patamar que nós já vínhamos sinalizando, entre 8%-10%, que nós entendemos ser o patamar sustentável, pelo menos no cenário atual, de pró-soluto pós Chaves, né? Seguimos com uma disciplina financeira elevada nesse aspecto, uma disciplina de crédito muito também bastante restritiva. A nossa expectativa é que esse volume, né, de pró-soluto pós Chaves navegue entre 8%-10%, como foi o caso aqui no terceiro tri. Sobre a margem de novas vendas, acho que a gente tem visto já pode até seguir pra próxima, Léo. Uma estabilidade nas nossas margens. A margem recorrente do segmento Tenda, a margem bruta ajustada, né, recorrente do segmento Tenda, já há alguns trimestres navegando nesse patamar aí de 36.5%. Nós entendemos que esse é o patamar adequado, e onde a Tenda, né, o segmento Tenda deve navegar daqui pra frente, né? Nós sinalizamos pro mercado que uma vez chegando nesse patamar de margem, e de novo, né, esse patamar de margem aqui, quando nós ajustamos por questões contábeis em outros, peers, seria alguma margem em torno de 38%, margens comparáveis, né, com concorrentes de mercado. Uma vez chegando nesse patamar de margem, nosso objetivo foi acelerar volumes. Por isso que acho que vocês têm visto a margem um pouco mais estabilizada, mas tá exatamente dentro da nossa expectativa de, uma vez alcançado esse patamar, priorizar o crescimento de volume. No lado da margem bruta Alea, veio com uma margem bruta negativa, margem bruta ajustada negativa no terceiro tri. Como nós comentamos, principalmente na mensagem da administração, e vamos abordar um pouco mais à frente, isso aqui tá muito ligado a todo o processo de reestruturação da execução das obras Alea, que passa por uma transição onde a gente tá indo pra um modelo mais verticalizado, assim como a Tenda já atua, que nós acreditamos ser um passo necessário e mas que ao mesmo tempo tende a colocar a Alea de volta no patamar de melhoria de margem, principalmente a partir do início do ano que vem. Falando um pouquinho da Alea, acho que nós tivemos aqui vários indicadores positivos, né? Ou seja, continuamos com uma venda muito forte, uma venda bruta em torno de 900 unidades por trimestre, mesmo lançando pouco, o que mostra o sucesso da nossa força de vendas, né? Lembrando que no início desse ano, a equipe de vendas Alea passou a ser controlada, né, gerida pela mesma equipe de vendas da Tenda, tem uma sinergia muito grande aqui. A área comercial passou a atuar como área comercial da holding, atendendo não só a Tenda quanto a Alea, e isso mostrou um sucesso muito grande e a gente vem colhendo esses frutos, né? O próprio aumento de preço no trimestre também é reflexo disso. Consequentemente, isso aqui refletiu no VSO, e esse VSO ele tá até artificialmente inflado pelo baixo volume de lançamentos, mas ainda assim, quando se o volume de lançamentos tivesse seguindo o mesmo patamar, e a gente espera que isso acelere no quarto tri, o VSO estaria dentro do nosso range, né, considerado ideal entre 25%-30%. Esse volume de obras, né, ele reflete um pouco do desafio de margens da Alea. Então, foi um crescimento muito forte. Saímos de 8 obras há menos de 2 anos atrás para 33. Lembrando, né, o impacto na margem bruta, ele ainda perdura por um tempo. A gente não espera uma melhora no quarto trimestre, porque esse processo transitório, ele tá alinhado ao ciclo do negócio, né, ao ciclo construtivo. Obras novas e recentemente iniciadas, elas vão pro modelo verticalizado, que é assim como atua a Alea, mas as obras antigas, né, que já estavam em andamento, elas seguem no modelo anterior. Por isso que essa transição de margens não acontece tão rápido. Mas, de novo, a gente vê isso acontecendo ao longo dos próximos dois anos, né, 2026 e 2027. Aqui passando um pouquinho sobre despesas comerciais gerais administrativas, né, acho que a empresa segue em patamares eficientes. A gente não vê mudanças aqui. Acho que do lado de eficiência de venda, a gente tem tido números bem positivos e de D&A também. E aqui, como comentamos anteriormente, né, a tendência de crescimento do lucro nos últimos 12 meses tem sido muito consistente. A gente entende que tá bem aderente ao guidance de entregar lucro sem considerar o swap, né, entre BRL 360 million-BRL 400 million no ano. Essa tendência de lucro trimestral acho que corrobora o nosso guidance de lucro. Mas quando nós incluímos o swap, já superamos BRL 400 million. Se mantendo esse patamar do swap somado ao guidance de lucro do ano, então isso resultaria num lucro em torno de BRL 500 million, né, quando bota o guidance mais o resultado acumulado do swap até aqui. Já é um patamar de margem líquida em torno de 13% e um ROC, né, que não tem aqui o benefício do swap, né. O ROC já rodando em torno de 40% também. Geração de caixa nós comentamos, né, então foi uma geração de caixa medida pela variação de dívida líquida mais cessão de 80 e quase BRL 87 milhões. Mas quando excluímos efeitos não recorrentes aqui ligados à recompra, dividendos e aumento de capital na Alea, a geração recorrente do tri foi de 72. Por um lado, nós tivemos aqui um benefício da esteira de repasse com cheques que estava atrasada, né, nos estados do Ceará e Rio Grande do Sul, mas por outro, nós temos aquele impacto ainda remanescente da mudança de regra da Caixa. Acho que, mas de certa forma, ainda assim, a companhia teve uma geração de caixa muito forte e muito suportada pela geração operacional da Tenda, BRL 139 milhões, que foi muito forte no tri. Consequentemente, o indicador de dívida líquida corporativa sobre patrimônio ficou em -15 e nosso custo médio de dívida ele segue bem baixo, uma vez que 25% da nossa dívida tá atrelada à IPCA e o IPCA tem rodado baixo, e também 34% atrelado à TR, num patamar bem abaixo do CDI atual. Acho que guidance nós já comentamos, estamos bem aderentes aqui ao guidance na expectativa que a gente supere o guidance de vendas até no segmento Tenda. A margem dentro do guidance e o lucro também, a gente tá caminhando pra ficar dentro do range, então não temos aqui nenhuma surpresa. O desafio, sem dúvida nenhuma, tá na margem bruta ajustada da Alea, uma vez que nós não esperamos mudança de patamar no quarto tri em relação ao que entregamos agora. Mas pra vendas Alea tá dentro, ainda, até considerando o lançamento do projeto Canoas, esperado para o quarto trimestre. É isso. Obrigado. Vamos pra sessão de perguntas e respostas, pessoal. nossa primeira pergunta vem do Gustavo Cambauva, do BTG. Cambauva, seu microfone está liberado. Oi, pessoal, bom dia. Eu queria fazer duas perguntas aqui. A primeira, cês até comentaram, o Luiz comentou aí, né, que os lançamentos no terceiro tri foram um pouco mais fracos. Eu queria entender um pouco como é que tá já esse quarto tri, né? Se pudesse falar um pouquinho aí de outubro e talvez como que é a expectativa do tri, se esse volume aí que talvez escorregou do terceiro, de fato, o quarto tri deve ser o mais forte da companhia, do lado de lançamentos, né? Um pouco o que que cês tão esperando. E a minha segunda pergunta é em relação à margem bruta, é, da Tenda. O Luiz também comentou, né, que enfim, a margem bruta estabilizou novas vendas, Margem REF, enfim, já tá bem estável há alguns trimestres. Eu queria entender se de fato, vamos dizer, esse é o patamar de margem que a gente deve trabalhar ou se tem algum upside nesse número, eventualmente pensando aqui em dois motivos, né? Eu lembro que algum tempo atrás vocês tinham feito aí talvez algumas provisões adicionais, né, e estavam trabalhando com um orçamento um pouco mais conservador do ponto de vista de inflação, provisão de extras e tudo, se a gente poderia ver algum estorno disso já acontecendo talvez no ano que vem. O segundo ponto também é um pouco em relação àquela questão de mudança um pouco de mix, né? Vocês têm um pouco mais de faixa três, um pouco menos de faixa um, tem aqueles amenities a mais nos projetos que vocês conseguiam capturar um pouco mais de preço. Enfim, entender um pouquinho se de fato a margem deve ficar por aí ou se tem algum upside. Obrigado, bom dia. Obrigado, Cambauva. Eu começo aqui, depois o Osmo complementa também a parte de margens. Vamos lá. Sobre lançamentos, sim, nossa expectativa pro quarto tri é superar o patamar de BRL 2 billion, né? Então a gente vem acelerando, até mesmo no segmento Alea, né, que nós seguramos pra esse freio de arrumação aí pra esse ajuste do processo de verticalização de obras. Mas até mesmo no segmento Alea, deve haver uma aceleração não só vinda, né, do projeto Canoas, em se confirmando esse lançamento, que nossa expectativa é que se confirme, mas também de outros projetos que não apenas o projeto Canoas, tá? De certa forma é isso, lançamento quarto trimestre, a expectativa segue sendo acima de BRL 2 billion e olhando até aqui, a gente taria dentro dessa tendência, tá? Sobre margem bruta, eu acho que a gente tem aqui alguns pontos, como você colocou, Cambauva. Por um lado, acho que o cenário de custos ainda se mostra favorável pro nosso modelo construtivo. Sim, a gente pode ter não só algum benefício da reversão de provisões de eventuais, mas também algum benefício de economia de custo em 2026, que não tá na conta, né, mas hoje o cenário é que existe, sim, uma probabilidade que aconteça. Acho que a gente vê diversas commodities, né, num cenário de possível queda, o que teria impacto direto ou indireto, pro nosso segmento, né. Eu mesmo tava vendo essa semana notícias sobre início da produção, daquela grande mina lá de Simandou, e o mercado tinha uma notícia, uma matéria grande na Bloomberg, falando de queda de preço de minério de ferro, então isso traz um impacto aqui indireto pro aço. Indireto que eu falo, olhando o Brasil aqui, mas. Também tem excedente de petróleo, então o petróleo tá em toda a cadeia logística, indiretamente ou diretamente em diversas commodities também. Acho que a expectativa para o lado de materiais, que cê sabe que o nosso modelo construtivo é mais intensivo, ela segue muito favorável. Sim, tem alguma oportunidade aqui. Sobre o mix de faixa três, aqui existem dois cenários. Acho que tem uma safra de projetos que ele traz um benefício direto, sim, e aqui pode ter uma contribuição positiva de margem, sim. Tem outra safra de projetos que não necessariamente ele vai trazer um ganho adicional desse patamar. Por qualquer razão, seja porque, por exemplo, São Paulo, o nosso método construtivo não chega num coeficiente de aproveitamento de terreno de 10. Então aquele terreno, né, a gente não tinha mais a mesma viabilidade, ou o mesmo potencial. Quando você compara uma empresa que usa alvenaria estrutural, por exemplo, mas ao colocar atributos, a gente consegue chegar na nossa viabilidade e lançar, mesmo não maximizando o potencial do coeficiente de aproveitamento desse terreno. Ou seja, tem casos onde o atributo, né, ele vai nos colocar na viabilidade do projeto e permitir o lançamento ou permitir a compra do terreno, né, com o nosso metodologia construtiva, mas tem casos e sem trazer ganho adicional de margem, né, portanto, nesse patamar de 36.5%. Tem casos, sim, que ele vai ser um adicional. A gente prefere, acho que em resumo, além da Reforma Tributária, né, que acho que pode trazer um ganho de margem também. Resumo sobre margens é que a gente nesse momento prefere ser conservador, mas entre olhando o cenário como um todo, né, levando tudo isso que eu coloquei aqui em consideração, existe sim, eu diria, mais risco de alta do que de estabilidade, mas a gente prefere não se comprometer com isso nesse momento. Acho que é um pouco por aí. Acho que é isso. Tá ótimo, Luiz. Obrigado, bom dia. Tá bom. Obrigado pela pergunta, Cambauva. Nossa próxima pergunta vem do Herman, do Bradesco. Herman, seu microfone está liberado. Bom dia, Luiz, time. Obrigado pelo espaço. Duas perguntas aqui do nosso lado. Primeira em relação ao processo de verticalização da Alea, né? Eu imagino que tenha um investimento incremental previsto até 2026. Não tô ouvindo aqui. Queria entender um pouco da ordem de grandeza do CapEx necessário pra esse processo. Essa é minha primeira pergunta. Tá, o Cambauva falou também, ele também, a gente não tá ouvindo. Pera aí que a gente tá com um probleminha técnico. É, cês tão me ouvindo? Dá pra ver que tem uma voz no final. Vamo tentar mais uma e a gente volta pro Herman ou lá. Herman, desculpa, eu não sei se é você ou a gente aqui, a gente vai chamar algum outro e não remove ele não, deixa o coitado aí. É, a nossa próxima- Tranquilo. Agora foi. Agora voltou, Herman, pode falar. Agora foi, Herman, desculpa. Estão me ouvindo? Perfeito. Tá, beleza, obrigado. 2 perguntas aqui. A primeira é sobre os investimentos incrementais previstos até 2026 da Alea, no processo de verticalização. Só queria entender um pouco da ordem de grandeza do Capex que cês tão olhando. Segunda é a performance de vendas tá indo muito bem, só queria entender um pouco a dinâmica de VSO das diferentes faixas. Essas são minhas 2 perguntas. Obrigado. A primeira cê pegou aí, Luiz? Que eu não peguei. Repete a primeira, Herman, desculpa. Verticalização, Léo, né, alguma coisa. O investimento que cês tão prevendo pra Léo em relação ao processo de verticalização, entender um pouco a ordem de grandeza disso? Tá. A segunda é VSO das diferentes faixas que cês tão vendo no Minha Casa, Minha Vida. Tá, eu pego a primeira, cê, tu pega a outra. Diferente de Tenda, onde a verticalização, na verdade, como a gente produz com formas de alumínio, a gente tem que fazer um investimento, cê não tem um Capex específico pra verticalização em Alea. O que a gente precisa é contratar mão de obra. Só que essa mão de obra que a gente tá contratando, ela é um Opex que substitui o outro Opex, que seria o fornecedor terceiro. Então não tem nenhum Capex vinculado à verticalização, ali é tudo Opex, tá? Tá bom. Sobre performance de venda por faixa, a gente ainda tem tido uma performance não como os lançamentos, por exemplo, faixa 3, eles são mais recentes, então a gente tem tido ainda uma performance distinta em muitos casos, assim, acima da média até. Nós tivemos lançamentos, por exemplo, em Salvador, que vendeu bem mais rápido do que a nossa média. Agora tivemos aqui um lançamento recente também em São Paulo, projeto Max Vila Sônia, também largou muito forte. Mas eu diria que assim, o nosso objetivo é que não haja diferença de performance de vendas entre os diferentes produtos, né? A gente até tá investindo muito na parte sistêmica, era até coincidentemente sua pergunta, né, era até um debate que nós tivemos aqui internamente essa semana. A gente acompanhar os projetos cada vez mais de forma granular, né, unidade a unidade e segregando, né, por faixa, por perfil e etc. Que essa performance seja cada vez mais linear, né? Porque se a velocidade de venda tiver acima, significa dizer que a gente pode tá deixando resultado na mesa, né? Deixando preço. Acho que o nosso objetivo é acompanhar as diferentes mix de projetos, as diferentes faixas, de forma cada vez mais segmentada e o objetivo é ter uma mesma performance de venda em todos esses segmentos, tá? Bastante claro. Obrigado, Osmo. Obrigado, Luiz. É natural, Herman, a demanda por faixa 1 é muito maior do que a demanda reprimida por faixa 1 e faixa 2 é muito maior do que pelo faixa 3. Assim, é de se esperar a gente ter um VSO maior nessa faixa do que no faixa 3. A gente tá dentro do esperado, então. Perfeito, bastante claro. Boa sexta. Obrigado pela pergunta, Herman. Nossa próxima pergunta vem do Tainã Ubiergo. Tainã, seu microfone está liberado. Bom dia, Osmo, Luiz, Léo. Eu queria explorar um pouco o tema de geração de caixa aqui, né? Acho que foi uma recuperação bem forte do que a gente tinha visto no tri passado, em especial no segmento Tenda, né? Se vocês conseguirem elencar alguns pontos que justificaram essa melhora, né, se é um nível sustentável olhando aqui pra frente ou se teve algum one-off, algum evento que foi mais concentrado nesse trimestre, né? Ou seja, pensando em quarto trimestre, né, a gente deveria ver uma magnitude, né, parecida, similar ou até com alguma melhora do nível do que foi o terceiro trimestre. Um segundo ponto, né, que pensando naquela abertura de dados que vocês davam, né, de impacto na mudança de critério da Caixa e o atraso nos repasses, né, o quanto daquilo foi repassado, né, ou registrado, né, agora na ponta nesse terceiro trimestre, se conseguirem dividir com a gente se essas linhas cresceram, reduziram e alguma ordem de magnitude, acho que seria ótimo, pessoal. Obrigado. Tá bom. Vamo lá, Tainã. Acho que cê sabe, né, a geração de caixa nesse setor ela sempre tende a ter alguma volatilidade, né? Então, por N fatores, né? E muitas vezes fatores exógenos, né, como essa questão do atraso dos cheques, né? Então, que impactou bastante segundo tri e melhorou agora. Mas sendo direto ao ponto aqui sobre sua pergunta, sim, a gente resolveu aquela nossa esteira de unidades não repassadas, né, de Ceará e Rio Grande do Sul. Ela chegou a acumular um volume financeiro, né, em torno de BRL 80 milhões, e nós começamos a resolver isso no terceiro tri. A expectativa é que se resolva praticamente tudo no quarto, início do ano que vem. De fato, do que nós conseguimos resolver dessa esteira de BRL 80 milhões no terceiro tri foi algo próximo de BRL 50 milhões. Por outro lado, como você bem colocou, o impacto da Caixa, ele é um impacto declinante ao longo do tempo, né? A gente já tá chegando no final daquele período transitório, que seria um período transitório, né, de em torno de 2 anos, que é o nosso ciclo médio aqui. Aquele impacto de mudança de regra da Caixa, ele já está no final, algo como BRL 20 milhões. Seria a ordem de grandeza, né, que ele nos impactou nesse terceiro tri. Ou seja, teria um net, aí em torno de BRL 30 milhões, alguma coisa nesse sentido, mas como eu disse, ainda assim uma geração de caixa muito robusta, né? Aqueles BRL 139 milhões de geração de caixa operacional, né, da Tenda teria sido algo próximo de BRL 110 milhões, né? Então essa ordem de grandeza. Então teve sim algum benefício, mas ainda assim a geração de caixa teria vindo muito forte e muito satisfatória, né? Acho que pra que essa geração de caixa operacional da Tenda cada vez mais conver total, né, então acho que a gente depende de dois fatores, um é a desalavancagem, né, e a desalavancagem ela naturalmente vem da geração de caixa, então acho que a expectativa é essa, né? O nosso objetivo é desalavancar a companhia cada vez mais. A nossa dívida líquida total sobre EBITDA já tá num patamar bem baixo de 16% e o nosso objetivo é que isso vá pra negativo, né? Ou seja, fica com a posição abaixo de zero. Acho que a gente segue esse processo de desalavancagem e isso naturalmente isso somado à queda esperada a expectativa de queda da taxa de juros da Selic tende a fazer com que o impacto né da despesa financeira reduza no nosso resultado. E a gente também tem uma conversão de geração de caixa operacional pra geração de caixa total cada vez maior né? Esse é o nosso objetivo. Sobre os próximos trimestres de novo acho que é sempre sazonal. O que a gente tem uma convicção clara aqui é que o segundo semestre de 2026 a gente deve ter uma geração de caixa bem forte. Por quê? Por um fator que a gente já vinha falando que é a entrega dos projetos do Pode Entrar. O Pode Entrar que são dois projetos muito relevantes né? Vou citar duas unidades e o Guarapiranga 1300, onde nós somos sócios, né, da Direcional, mas são dois projetos muito relevantes que eles são, vamos dizer, deficitários em caixa, né, durante o período de execução e eles né, tendem a ser superavitários quando a gente tiver chegando próximo da entrega. A entrega tá prevista pra novembro do ano que vem, mas já no segundo semestre como um todo, esses projetos devem trazer uma geração de caixa positiva. Então, por mais que tenha essa sazonalidade tri a tri, acho que a nossa tendência é ter um segundo semestre de 2026 com uma geração de caixa importante. É isso. Perfeito, Luiz, bem claro. Obrigado, pessoal. Bom fim de semana. Obrigado, Tainã. Obrigado pela pergunta, Tainã. Nossa próxima pergunta vem do Mota, do JPMorgan. Mota, seu microfone está liberado. Opa, bom dia, pessoal. Obrigado por pegar a pergunta. Duas também do nosso lado. Primeiro na parte do lucro líquido, né? Cês comentaram aí que cês tão otimistas em atingir o guidance do ano, né? Esses BRL 360 million-BRL 400 million sem swap. Só entender se não aqui parece pra gente que tem bastante upside risk, né? Vendo o nível de recebimento que cês tão fazendo, nível de margem, né? Assim, obviamente a Alea ainda talvez vai ser um drag, mas fazendo a conta, né, tirando o swap, talvez daria aqui uns BRL 80 million que sobram pro quarto tri pra tá ali no guidance e um nível que cês tão no recorrente tá maior que isso. Só pra entender aqui se tem alguma coisa no quarto tri que pode ofender um pouco esse lucro líquido. Na Alea, né, quando a gente olha, né, a estratégia, fazer esse reset aí, entender que que cês pensam ser talvez o end game, né? Assim, acho que foi um segmento que tem sido muito mais complexo do que o esperado, né? Desde a forma de como achar os terrenos, aprovar, achar o modelo de casa certa. Entender quando vocês olham aí, enfim, cês veem algum hard stop, algum momento em que essa iniciativa talvez, apesar de todos os esforços, não faça tanto sentido, né, continuar lutando com ela. Só esses dois pontos. Obrigado, gente. Tá bom. Obrigado, Mota. Eu começo aqui e depois o Osmo fala sobre a Alea. Não, eu entendi o seu ponto, mas eu acho que o que explica é o seguinte, né: quando a gente olha esses últimos 12 meses, né, que a gente tá com BRL 287 de lucro sem o swap, que acho que daí que veio talvez o ponto que cê levantou, né, de BRL 80, Mota, mas aqui é porque é últimos 12 meses, né, talvez como o gráfico tá pegando os últimos 12 meses, ele pode ter levado a esse teu ponto, né? Quando a gente olha, acumulado do ano, sem ser últimos 12 meses, ou seja, só nove meses, aí sim a gente então faltaria aqui algo como BRL 120 million, alguma coisa assim, 110 milhões, que é de novo, é parecido com pra chegar no piso, né, que é parecido com o patamar que nós entregamos nesse último tri, né? Então acho que a gente tá bem aderente pra entregar o guidance. Não acho que tem esse risco da gente ficar acima dos 400, não. Mas sim, a gente pode ter, né, dado que a gente vem tendo um crescimento de receita e um crescimento de volume, consequentemente, né? Então a expectativa é que o resultado recorrente continue crescendo tri a tri, né? Acho que o interessante é isso, né, que somado ao resultado recorrente, a gente tem um ganho bastante expressivo do swap acumulado no ano, que uma vez se mantendo, e lembrando que parte disso aqui já se materializou, né, porque nós já executamos parte desse swap, né? Tínhamos 12 milhões de ações, desculpa, e hoje nós temos 7. Então, um grande pedaço já foi, 5 milhões de ações já foram, né, então, ou seja, parte desse resultado do swap, ele já não tem nem mais risco, né, independente do preço da ação, porque ele já foi de fato materializado. Ou seja, o resultado recorrente dentro do guidance, mais o que é BRL 360 million-BRL 400 million, mais o resultado do swap já nos coloca no patamar de BRL 500 million, né, de lucro pro ano. Acho que a gente não vê muito, não vê risco aqui, não. Mota, com relação à Alea, eu vou quebrar a resposta em duas. Uma é se a tese de investimento a gente coloca ela em risco e se a nossa capacidade de executar essa tese tá em risco ou não. Eu acho que a resposta pras duas é não. Com relação à tese, quando a gente começou essa jornada lá uns 5, 6 anos atrás, os players não tinham condição de executar essas casas na escala necessária, dentro dum custo e com qualidade. Essa tese permanece. 70% do mercado continua sendo mercado de casas. De lá pra cá, eu acho que a gente acabou, né, se deparando com duas coisas que são muito poderosas e que reforçam a tese. A primeira delas é a Reforma Tributária. Que a Reforma Tributária, ela transformou um negócio que tinha um resíduo tributário muito grande, que era o negócio da industrialização, que é o negócio de Alea, em algo que deixou de ter resíduo tributário, porque agora a gente vai se creditar de tudo isso. Um negócio onde você tinha vários incentivos à informalidade e a produzir no canteiro, isso também deixou de existir. Então a Reforma Tributária, ela traz, quando ela tiver em potencial pleno, ela é um vento de cauda muito poderoso pra tese da industrialização no Brasil. A outra, o outro componente é que, de lá pra cá, o Covid foi muito importante, né, nessa mudança estrutural, escassez de mão de obra, gente. Escassez de mão de obra é uma tendência global de escassez de mão de obra na construção civil. O Covid acelerou isso de uma forma muito relevante. Se você conversar com todos os players, eles vão te dizer que isso é um dos principais fatores de preocupação deles hoje. O que acontece é que a quantidade de mão de obra que a gente precisa no canteiro com a Alea é um infinitésimo de uma obra tradicional. Eu vou fazer uma comparação. Se a gente compara Tenda, que é provavelmente hoje o player que tem o menor componente de mão de obra, numa unidade produzida, ela precisa de 3 trabalhadores pra produzir 1 unidade em 1 mês. Alea, em regime, vai precisar de meio. A Alea vai precisar de 1/6 da quantidade de mão de obra que Tenda precisa hoje, e Tenda é o melhor player do mercado. Estratégicamente, a tese de Alea hoje é uma tese ainda mais poderosa do que era quando a gente começou lá atrás. Vem a segunda pergunta: tudo bem, mas a tese pode ser muito poderosa e vocês podem tá chegando à conclusão que operacionalmente não vão conseguir endereçar essa tese. A gente não tem de forma alguma essa percepção. Se a gente pegar o que tá acontecendo agora, né, eu brinco que a gente tá vivendo o production hell. Quem já leu a história da Tesla sabe que teve um momento em que eles viveram o production hell, onde eles tinham uma tese muito poderosa, que precisava que eles entregassem 5,000 carros por semana e eles não conseguiam produzir nem 2,000 carros. Era essa diferença entre os 5,000 e 2,000 carros que tava matando os economics da companhia. Eles apelidaram isso de production hell. É isso que a gente tá vivendo hoje. Hoje a gente tá se deparando com as dificuldades do dia a dia de colocar de pé essa operação que tem componentes muito inovadores. Tem uma ótima notícia do nosso lado, que a gente entende que o maior desafio que a gente tem pra vencer esse production hell é a gente conseguir fazer a verticalização de 100% das atividades do canteiro. A gente tem o melhor professor do mundo pra fazer isso acontecer, que é a própria Tenda. A Tenda é a única empresa que é 100% verticalizada no canteiro dentre as empresas de capital aberto. Quando a gente olha o desafio de Alea e vê o desafio de Tenda, o que Tenda entrega hoje num canteiro de obras Tenda, a gente entende que é bem mais complexo do que aquilo que a gente precisa fazer em Alea. Obviamente, Tenda tem 15 anos de curva de aprendizagem nas costas, mas ela pode upload essa, esses 15 anos em Alea e é isso que a gente enxerga fazer. Hoje, o cenário de um hard stop, da gente pegar e pull the plug na tese de Alea, não parece ser algo do horizonte, porque o investimento que a gente hoje tá fazendo um investimento muito além daquilo que a gente entende razoável. A queima de caixa de Alea desse ano foi algo que foi uma decepção pra gente. A gente não deveria operar nesse patamar de investimento, mas imaginando que a gente traga isso pra um patamar muito menor do que tem sido até agora, o investimento anual em Alea parece pequeno frente ao potencial que ela tem de geração de valor, que é tremendo. A gente hoje não tá com esse hard stop no horizonte. Super claro. Obrigado, Rodrigo Osmo. Obrigado, Luiz. Obrigado, Mota. Obrigado pela pergunta, Mota. Nossa próxima pergunta vem do Mateus, do Santander. Mateus, seu microfone está liberado. Mateus? Acho que o Mateus tá no mudo aí. A gente vai pro próximo? Mateus, a gente não tá te ouvindo. Vou liberar o próximo, depois eu retorno a você. Nossa próxima pergunta vem do Mazzini, do Citi. Mazzini, seu microfone está liberado. Mazini? Cadê o Mazini? Agora foi, pessoal. Acho que demorou pra aparecer aqui o botãozinho. Vai lá. Oi, Osmo, Luiz. Não, acho que você botou no mudo ele, ó. Voltei. Voltei, pessoal. Vai lá. A primeira é sobre o projeto Città, né, que tá com uma margem bruta baixa em 1.8%. Quais motivos então dela tá tão baixa, né? Pode Entrar, a gente sabe. E aí vocês comentam que acham que mais pra frente essa margem deve subir pra 15% devido a uma correção monetária de contas a receber. Se puder dar mais cor, né, de como é que vai se dar essa subida pra 15% e a correção monetária. Essa é a primeira. A segunda sobre também a Alea e o breaking ground em 2027. Como é que vai funcionar então a mão de obra própria, né, em toda a operação? Ela vai respeitar um raio de atuação e ficar viajando entre as praças on site ou vai ter gente em toda praça on site, né? se vai ser bem parecido com o que já tem, né? Imagino que sim. Como é que exatamente você vai ter que ter realmente funcionário em várias praças pelo interior de São Paulo, como é que vai funcionar isso? Obrigado. Vamo lá, Mazini. Bom, então sobre Città, tem dois efeitos aqui que tão impactando essa margem, né. Nós falamos até sobre um deles, que é no lado de custo no tri passado, Mazini, ele continua nesse tri, né. O Città, como colocamos anteriormente, né, uma obra de 2,000 unidades, é muito grande, em que a gente tem um prazo de entrega curto, né. Ela começou no início desse ano e o prazo de entrega é novembro do ano que vem pra execução de 2,000 unidades, né. É uma obra diferente do nosso padrão, por ser o Pode Entrar, a parte de piso e etc. Enfim, tem uma parte adicional de execução até além do que nós fazemos normalmente. Mas dito isso, o grande desafio aqui foi nessa parte de estrutura. Nós trouxemos jogos de formas a mais pra esses projetos pra ter um ritmo de concretagem acima do que seria, vamos dizer, o que a gente faria tudo mais constante. Esse ritmo de concretagem acima, ele tem trazido adicionais, custos adicionais, né, que a gente tem tanto da concretagem, né. A gente paga uma taxa adicional pra ter um volume de concretagem acima, né, até do que seria o previsto, quanto em mão de obra, né. A gente também durante essa fase de estrutura tem corrido em um custo acima, vamos dizer, do previsto, por a gente pagar adicionais noturnos e etc, né. Ou adicionais de produção nessa parte de estrutura. O lado bom é que essa parte de estrutura já tá finalizando, né, pelo menos esse adicional da estrutura. Além disso, tem a correção monetária que entra em outubro. Então esses dois fatores somados, né, a correção monetária, que a gente tem um novo patamar de preço, né, pra esse projeto, e o lado de custo, que a gente deixa de ter esses custos adicionais, fazem com que esse projeto volte a ter uma margem de 15%. Ele somado ao Guarapiranga, né, que tem uma margem até superior a isso, os dois juntos acho que deveriam voltar pra aquele patamar de 20%. Mas é isso. Então esse projeto ele sim, volta pra esse patamar de 15% que nós sinalizamos. Quando a gente soma os dois, a gente deveria ver aquele patamar de 20% que foi sinalizado quando do início desses projetos. Com relação à verticalização de Alea, imagina o seguinte, Mazini, em regime, a gente deveria ter uma equipe de 50 pessoas por mancha construtiva, essa seria a equipe de vertical de Alea. Então imagina que a gente tem Ribeirão é uma das manchas construtivas de Alea que permanece sendo a principal mancha hoje da companhia. Então obras num raio de 60 km de Ribeirão Preto, a nossa equipe vertical toda seria alocada em Ribeirão, são moradores de Ribeirão. Então até 60 km de Ribeirão, eles iriam e voltariam todo dia, de um fretado. Acima de 60 km, muito provavelmente essas pessoas seriam alojadas, iriam na segunda de manhã e voltariam na sexta no final do dia. Só que quando a gente pega a mancha de Ribeirão, do que a gente vai lançar na mancha de Ribeirão, alguma coisa como 70%-80% dos lançamentos são cidades que tão num raio de 60 km de Ribeirão Preto, né? Então, numa parte entre 20%-30%, dos lançamentos teriam esse custo adicional, que seria o custo do alojamento, mas é exatamente a mesma mão de obra, é a mesma lógica de continuidade que a gente tem da Tenda hoje. Claríssimo. Obrigado. Obrigado, pessoal. Bom dia. Obrigado, Mazini. Obrigado pela pergunta, André Mazini. Nossa próxima pergunta vem da Fanny Oreng, do Santander. Fanny Oreng, seu microfone está liberado. Opa, oi, pessoal, tudo bom? Mateus aqui, na verdade. Estão me ouvindo agora? Sim, agora sim. Estamos ouvindo. Tá, obrigado. Tive alguns problemas técnicos aqui. Bom, acho que do nosso lado, eu queria entender um pouco sobre a curva de subsídios, né? Semana que vem a gente deve ter aí uma reunião do Conselho Curador que eles devem votar uma melhora dessa curva, né? Pelo que a gente tem ouvido, vai ser uma melhora relevante aí. Queria entender um pouco do lado de vocês, que cês estão esperando, né? E o que isso pode impactar positivamente aí na operação de vocês, se cês acham que daria pra reduzir um pouco mais de preço também talvez SO, enfim, entender um pouco a cabeça de vocês. Obrigado. Eu pego essa aqui, Mateus. A gente quantificando mais ou menos o impacto dessa curva pra gente. No faixa um, a curva que deve ir à votação no Conselho Curador, ele tem um impacto médio de BRL 5,000 a mais de capacidade de compra do cliente faixa um. Como faixa um é mais ou menos metade das nossas vendas, então, na média, a gente deveria ter um incremento de BRL 2,500 na capacidade de financiamento dos clientes. A gente não tem uma decisão específica o que que a gente vai fazer com esses 2,500 de capacidade adicional de pagamento, mas claramente isso traz uma margem de manobra pra gente. A gente pode ganhar margem em alguns projetos, a gente pode acelerar a velocidade de venda em outros projetos. Isso é uma boa notícia, obviamente, pra companhia, né? A gente assim, tamos bastante entusiasmados com essa votação aí semana que vem. Ótimo. Obrigado, pessoal. Obrigado pela pergunta, Mateus. Nossa próxima pergunta vem do Ygor Altero, da XP. Oi. O seu microfone está liberado. Oi, bom dia, pessoal. Vocês conseguem me ouvir bem? Sim. Sim. Ótimo. Bom, dois pontos aqui do meu lado, né? Primeiro, entender um pouco sobre, né, isenção do IR, né, na cabeça de vocês, o quanto que melhoraria, né, a dinâmica de affordability, né, poderia impactar aí, né, vocês, positivamente. Além dessa questão, né, das melhorias que você acabou de colocar no programa aí, né, o que que seria mais relevante, né? Talvez, fazer essa comparação aí seria legal. Entender um pouco como é que tá a cabeça de vocês, né, pra end game, de tamanho de lançamento pra Tenda, mais no médio prazo, né? Aí pensando se dá pra companhia continuar crescendo e gerando caixa ao mesmo tempo, né? Então entender um pouco dessa dinâmica. Obrigado. Ok. Sei que sim. Ygor, o subsídio é muito mais relevante pra gente do que a isenção de IR. A isenção de IR tem um impacto sim, até a gente pôs na apresentação o que a gente imagina que é o impacto por faixa de renda. Dentro do segmento faixa 1, ele é um impacto relativamente pequeno, porque já era um estrato de renda que não pagava muito imposto de renda. Para a faixa 2 a gente tem um impacto um pouco maior, que chega a praticamente 1 salário por ano, né, de impacto. Não é um recurso que tá 100% direcionado pelo comprador pra aquisição de imóvel. Melhora a renda disponível dele, mas essa renda disponível compete com vários outros usos. Enquanto que o subsídio não, o subsídio ele é carimbado, para habitação, e o impacto ele é um impacto muito relevante, né? BRL 2,500 na média, para empresa como um todo e BRL 5,000, pro Faixa 1. Então, dentre os dois, se eu tivesse que escolher um, eu escolheria o subsídio, tá? Graças a Deus eu não preciso escolher um, o Brasil tem jogado a favor da gente. Com relação a endgame de tamanho de Tenda, a gente, essa é uma operação hoje que tá numa ordem de 20, 22, 23 mil unidades por ano. A gente entende que nas praças que a gente atua e nas praças que a gente já iniciou a operação, Campinas, Curitiba e João Pessoa, se a gente soma isso tudo, a gente entende que um tamanho que é muito factível, não estressaria nada a operação da companhia, em torno de 30,000 unidades. A gente não tem nenhum plano de acelerar rapidamente em direção a essas 30,000 unidades, mas a gente deve manter um crescimento da companhia consistente, alguma coisa próximo de 10% ao ano, nos aproximando cada vez mais dessas 30,000 unidades. Isso só segmento Tenda? Só segmento Tenda, não tô falando de Alea, obviamente. Tá claro. Obrigado. Obrigado pela pergunta, Ygor. Nossa próxima pergunta vem do Elvis, do Itaú. Elvis, seu microfone está liberado. Bom dia, pessoal. Dá sim pra me ouvir? Sim. Queria explorar aqui um pouco mais sobre a Alea, tá? Sei que já foi perguntado, mas eu queria explorar um pouquinho como que vocês tão vendo, né, essas margens brutas da Alea, ao final desse ciclo aí que até o Luiz comentou, 2026, 2027, né? Pós essa verticalização, né, como que fica a rentabilidade da Alea em termos de margens e retornos, né? Exploro também até um pouco mais sobre médio prazo, especificamente 2026 pra Alea, né? Como que vocês tão vendo, né, esse incremento de Opex que o Osmo colocou aí? Como que isso pode repercutir em termos de resultado pela frente, e a resultante disso com o fato que vocês devem sair com um projeto no Rio Grande do Sul, provavelmente deveriam ter margens melhores. Entender a resultante ali de margem bruta ao longo de 2026 e em termos de resultado também. Se puder ajudar a gente a pensar sobre isso, seria bom. Obrigado. Boa pergunta, Elvis. O meu foco no curto prazo não é margem, ele é estabilização do caixa e o break-even do caixa e estabilização da operação na ponta, né, através da verticalização. Pra gente fazer isso, a gente vai tomar as decisões que forem necessárias, incluindo reconhecer qualquer problema que a gente identifique muito rapidamente na contabilidade pra gente ter a visibilidade do que tá acontecendo. Então as margens de Alea pro quarto trimestre pra 2026 devem ser margens ruins. Só que a minha expectativa é que vocês enxerguem que o caixa tá numa tendência de melhora muito significativa. Então esse é o nosso objetivo de curtíssimo prazo. O que que é o endgame? O endgame de rentabilidade pro setor que a gente atua hoje, pro segmento que a gente atua, que é um segmento focado em faixa um e faixa dois, a gente deveria buscar em regime, quando a gente tiver estabilizado, algo próximo numa margem bruta de 30%, tá? 29%-31%. É uma margem bruta menor do que Tenda. Por outro lado, a gente, e essa é uma tese que a gente ainda vai querer testar, a gente vai testar, o potencial de Alea atuar num estrato de renda maior. Porque hoje, da mesma forma que não cê tem pouquíssimos players, talvez a Pacaembu atuando no faixa 1 e faixa 2 pra casas na em cidades médias e pequenas, cê não tem nem a Pacaembu, cê tem nenhum player atuando num segmento faixa 3 e faixa 4 pra casas nessas cidades, porque pro segmento faixa 3 e faixa 4, a escala, enquanto a Pacaembu consegue operar muito bem, empreendimentos de 600, 700 unidades em algumas praças que são praças maiores, Ribeirão Preto, Piracicaba, essas mesmas praças maiores, né, um projeto faixa 3, faixa 4, teria que ser um projeto muito menor. Aí a escala de produção nem este player que tem atuado com sucesso, a Pacaembu, consegue executar. A gente entende que talvez exista, e a gente vai testar essa tese, possivelmente já em 2026, de que esse estrato faixa três e quatro pra casas, esse é um segmento que realmente tem nenhum player atuando, e a gente acredita que poderia ser o player, o dono natural. Esse estrato de faixa três, quatro, provavelmente tem uma margem bruta maior do que esses 30% que eu te falei. Se eu puder só fazer um follow-up sobre 2026, né? O que vocês estariam vendo ali em termos de rentabilidade? Quando a gente olha o on-site, na prática, ele segue crescendo muito, né, em termos de resultado para off-site, né? É entender como que a Alea ela poderia repercutir, né, nesse resultado consolidado, dado esse incremento a curto prazo, assim, só entender mais esse 2026. Tá. O resultado, se a gente pegar o resultado isolado de Alea em 2026, eu não tenho número pra te dar, nem poderia te dar, porque a gente não tem o guidance. Ele não vai ser um resultado bom, mas a nossa expectativa é que ele não seja material dentro do consolidado, tanto do ponto de vista de caixa quanto do ponto de vista de lucro, tá? Que realmente a materialidade disso seja muito menor do que o que foi em 2025. Tá claro. Perfeito, Osmo. Obrigado. Bom dia. Obrigado pela pergunta, Elvis. Nossa próxima pergunta vem da Carla Graça, do BofA. Carla, seu microfone está liberado. Bom dia, pessoal. Obrigada pela oportunidade de fazer uma pergunta. Eu tenho duas do meu lado. Primeiro eu queria falar do tópico de dividendos. Dada essa forte geração de caixa que vocês comentaram e a melhora na alavancagem, né, e agora considerando também a implementação do novo imposto sobre os dividendos, vocês avaliam ajustar a política de distribuição e existe uma intenção de talvez até aumentar o pagamento ainda esse ano? O meu outro ponto é que eu queria falar um pouquinho de Minha Casa, Minha Vida Cidades também. Como vocês comentaram também, algumas cidades vêm mostrando alguma dificuldade com repasse e alguns programas até parando de dar o subsídio por completo, né? Se puderem falar como que cês tão vendo isso ou dar uma cor de quanto esses auxílios representam do preço e se caso esses programas desacelerem ainda mais, se vocês conseguiriam aumentar o Pró-Soluto pra manter o mesmo patamar de preço nessas regiões. Obrigada. Tá bom. Vamos lá, Carla. Sobre dividendos, nós tivemos um anúncio de dividendo intercalar no último trimestre, né, e o que ocorre agora é que como a Tenda veio de um período de prejuízo lá atrás, né, 2021, 2022, 2023, nossa reserva de capital, ela em algum momento ficou zerada, né? Nós tinha até um prejuízo, integralizamos, né, zeramos esse prejuízo. Mas o fato é que a reserva de capital ficou pequena, porque como essa, nós zeramos, né, a reserva já em 2024, então, e tivemos alguma distribuição. Então esse patamar, né, o nosso patamar de lucro em 2024 foi de BRL 100 million, né? A gente distribuiu alguma coisa em cima disso, o restante constituiu uma reserva e nós anunciamos BRL 50 milhões agora, né? No segundo tri, né, não agora, mas no segundo trimestre. Então o fato é que nós não temos reserva disponível atualmente pra fazer um anúncio ainda esse ano. Nós precisamos aguardar a Assembleia Geral Ordinária, né, do ano que vem, que fará a destinação do lucro de 2025, pra aí sim constituir novamente reserva e poder anunciar dividendos. Então, infelizmente, nós não temos, né, reserva pra distribuições adicionais esse ano, tá? Sobre o aumento, né, independente do momento, né, ou assim, olhando pra frente, acho que um primeiro momento, nosso foco ele tá na desalavancagem, né? Seguir essa rota que nós já estamos de desalavancar a companhia, pra só num segundo momento, que acho que isso vai tá mais pro final de 2026, falar em dividendos extraordinários acima do lucro. Lembrando que sobre o resultado de 2025, nós devemos declarar na AGO, então pelo menos 25%, que é o mínimo obrigatório, mas esses 25% já vão ser em cima da base de lucro, que inclui o lucro do swap também, porque ele foi um lucro contábil e caixa também. Parte dele já teve efeito caixa até. Isso já eleva a nossa base de distribuição de dividendos pra 2026, relacionado ao lucro de 2025. Mas de novo, o dividendo complementar ao intercalar já anunciado, ele só vai ser efetivamente confirmado na Assembleia Geral Ordinária de 2026. Sobre Minha Casa, Minha Vida Cidades, eu começo aqui, depois o Osmo continua. Nós vimos, por exemplo, o Rio Grande do Sul retomou o programa de cheques agora em outubro. Então acho que o volume de cheques, né, ele por exemplo chegou a impactar um terço das nossas vendas, né, no segundo tri, principalmente por São Paulo, né? Mas quando você olha o segundo tri, Ceará e Rio Grande do Sul já vinham reduzindo, o terceiro tri foi zerado, né? Agora voltou. Acho que esses programas, né, existem expectativas de novos programas. Por exemplo, tenho conversas, né, sobre Bahia e outras regiões, mas eu acho que, de forma geral, ele vai sempre ter uma oscilação e o impacto dele, né, é o que vai ser o impacto, quanto a gente vai conseguir reduzir de pró-soluto, vai depender muito do caso a caso, né? Qual o mix, qual o da dessa cidade que nós estamos atuando e etc, né? E eu acho que sobre o pró-soluto, como nós falamos, né, a ideia é sim que ele tenha uma certa flutuação em função desse volume de cheques, né, que nós compensamos, e ele deve navegar entre 8 e 10, né, no cenário atual, então a gente não espera que fique acima de 10, mas também a gente não vê ele abaixo de 8, como aconteceu no segundo tri. A expectativa é que ele fique por aí. Aí, Washington, não sei se cê quer. Pessoal, Luiz falou no segundo tri a gente teve mais ou menos 35% das unidades vendidas eram com cheques. No terceiro tri, esse número caiu pra uns 25%. O que aconteceu no terceiro tri? A gente parou de vender no Ceará com cheque, porque o operacional não tava funcionando e os cheques do Rio Grande do Sul acabaram. No quarto tri, a gente tende a retomar a venda com cheques, né, no Rio Grande do Sul, porque o programa voltou agora no Rio Grande do Sul. A tendência não é de um decréscimo. Na verdade, no quarto trimestre, a gente até deveria ter uma recuperação com relação ao terceiro tri. Quando a gente olha o ano que vem, o ano que vem é um ano eleitoral, né? Todos os programas, eles são programas estaduais, eles não são programas municipais. Os governadores vão tá lá disputando reeleições ou trazendo seus candidatos. Então não parece um ano onde a gente vai ter uma redução relevante de cheques. Até diria que é possível que a gente tenha a torneira abra um pouquinho pros cheques com relação a 2025. Ficou muito claro. Obrigada. Obrigado pela pergunta, Carla. Nossa próxima pergunta vem do Rafael, do Safra. Rafa, seu microfone está liberado. Olá, bom dia, pessoal. Eu tenho dois pontos aqui também. O primeiro eu queria abordar um pouco mais venda de carteira, agora que cês emitiram esses BRL 300 milhões de debêntures, ver se cês ainda veem sentido, se estão conseguindo ver taxas atrativas ou agora, dado a alavancagem mais baixa da companhia e a posição de caixa mais forte, não deveria ser algo mais recorrente. O segundo, eu queria abordar um pouco mais a representatividade da praça de São Paulo agora nos lançamentos futuros. Considerando que deve ter essas mudanças agora na próxima reunião do Conselho Curador, além da melhoria da curva de subsídio, melhorar as faixas 1 e 2, acaba ficando mais fácil de viabilizar os empreendimentos aqui. Aí queria entender, assim, o quanto que vocês tão imaginando que São Paulo deve representar do mix de lançamentos. Obrigado. Bom, Rafael, eu começo aqui e depois o Washington vai pra segunda pergunta então. Sobre venda de carteira, Rafa, nós quando anunciamos essa operação, essa última operação em meados do ano, era uma operação continuada de 6 meses. Ela tinha uma janela, nós fizemos até pra evitar custo de estruturação, custos de que normalmente de custos de emissão, que normalmente fazem parte desse tipo de operação, seja uma emissão de CRI corporativa ou CRI Pro-Soluto? Nós fizemos um modelo de captação continuada. Tem empresas fazendo FIDC, etc, a gente tá estudando todos esses modelos, mas esse foi nessa forma. Então, isso e a previsão seriam 3 integralizações. Teve uma primeira em junho, teve uma segunda agora em setembro e a expectativa é que haja uma terceira em dezembro. Essa terceira de dezembro seria menor, no mesmo patamar que foi a de setembro, né? A expectativa é essa. Olhando pra 2026, cê tá certo, né? Como tem o cenário de expectativa de geração de caixa e a gente também já tá super confortável em relação à posição de caixa frente aos vencimentos que ocorrem no ano, né, então olhando daqui pra frente, né, do quarto trimestre até o final de 2026, nesses 15 meses, a gente teria algo como BRL 300 milhões de vencimento de principal e juros. Nós já captamos isso agora no CRI que liquidou a 31 de outubro. A gente não precisa, de fato, ter novas vendas de carteira, e nem de nenhum tipo de emissão ao longo do ano que vem, né, considerando que nós já teremos essa terceira tranche, né, do CRI Pro-Soluto em dezembro, como eu mencionei. Assim, a gente só deve vir a mercado se de fato for bastante interessante, né, mas a princípio não há necessidade, né? De novo, até porque a gente, além do cenário atual, tem a própria geração de caixa da companhia. Hoje o cenário base é esse, tá, Rafael? Tudo bom, Rafael? Com relação a São Paulo, o São Paulo, ele deve ser a praça menos, né, beneficiada com a mudança da curva de subsídio, porque São Paulo é quem tem menos participação no faixa um nas suas vendas. Por outro lado, em São Paulo, São Paulo é a praça onde a Tenda tem maior potencial de crescimento, porque quando a gente pega a nossa participação de mercado em quase todas as nossas operações, com exceção de Rio e São Paulo, a gente é o líder absoluto com mais de 50% de participação de mercado. São Paulo, a gente era líder de segmento há 5 anos atrás e alguns players, principalmente alvenaria estrutural, Vivaz, Cury, Plano & Plano, eles ganharam uma representatividade muito grande porque eles conseguiram implantar esgotar mais o coeficiente de aproveitamento do terreno do que a Tenda nesses mercados. Mas a gente tá trabalhando arduamente, a gente vai vir com boas surpresas aqui, e a gente acha que a gente tá desenvolvendo um produto ultracompetitivo pra São Paulo. E a gente acha que o nosso market share natural em São Paulo é maior do que o market share que a gente tem hoje. Então eu espero que o crescimento de São Paulo aconteça não por mudanças no programa, mas sim por mudanças na nossa competitividade com relação à capacidade de implantação nos terrenos, né? Não, perfeito pessoal, ficou super claro. É, bom fim de semana. Obrigado pela pergunta, Rafael. Lembrando que para mais perguntas basta levantar a mão. Não havendo mais perguntas, passo a palavra para o Osmo para as considerações finais. Léo, cê consegue colocar uma página da apresentação aí, não? Não é fácil? Eu fiz esse negócio de quem sabe faz ao vivo, deu tilt aqui. Só um segundinho. A do ROC você tem como colocar? Essa aí. Boa. Só um segundo, gente. Consegue ver? O pessoal consegue ver, não? O pessoal não vai conseguir ver. Calma. Só um segundo. Eu queria mostrar um slide aqui, mas eu não combinei com o Léo, então deu tilt. Foi? Não, eu queria falar um pouquinho desse slide da direita, que pra mim ele é o slide, o gráfico mais importante aqui da apresentação. A gente começou o nosso turnaround lá em 2021 e acho que o vale em termos de rentabilidade da companhia foi o terceiro trimestre de 2022. Olha o que aconteceu com a Tenda em termos de retorno sobre o capital empregado de lá pra cá. Não só a gente cresceu todos os trimestres no ROC dos últimos 12 meses, desde aquele vale do terceiro tri de 2022, como a gente saiu de -22% de ROC pra 40% de ROC agora e numa tendência de crescimento. Então, eu acho que o mercado precisa enxergar a consistência de entrega que a gente tem tido no segmento Tenda. Eu acho, de verdade, que a gente tem sido excessivamente penalizado em termos de preço de ação, pelo que a Alea tem entregue. A Alea ela é um ativo que tem uma opcionalidade tremenda, que eu concordo que ela tem consumido mais recursos da companhia, bem mais do que seria o ideal, e a gente vai equacionar isso. A gente equacionando, a Alea tem, ela gera uma opcionalidade pra ser uma empresa que talvez seja até maior que a Tenda no futuro. Eu acho que é importante, né, eu queria terminar com isso, mostrando essa consistência que eu acredito que nos próximos trimestres a gente vai continuar vendo. Quando a gente traduz isso em return on equity, ela é ainda mais impressionante a evolução de lá pra cá. Eu queria terminar com essa mensagem, que é esse gráfico, mostrando a consistência da entrega de lá pra cá e que eu realmente acredito que a gente vai continuar tendo essa consistência no ano que vem. Isso aí, muito obrigado. Podemos encerrar. Obrigado. Obrigado, Osmo. Obrigado, Luiz. Obrigado a todos pela participação do nosso call de resultados. Nós iremos agora encerrar a nossa transmissão.